5 Etapas do Design Thinking
- 11 de ago. de 2022
- 3 min de leitura
Atualizado: 25 de mar. de 2025
Você já pensou como pessoas diferentes, com vivências e experiências diferentes, podem resolver o mesmo problema? Pois é, nesse post veremos como o Design Thinking encontra soluções em diversas áreas diferentes de conhecimentos. Vamos lá?

O Design Thinking pode ser considerado uma proposta de design com o objetivo de integrar as necessidades das pessoas às oportunidades tecnológicas.
ETAPA 1 — IMERSÃO E INSIGHTS
Mudar nosso ponto de vista em relação às coisas pode ser muito mais comum que imaginamos. Por isso, nessa primeira etapa, é onde nos deparamos com a necessidade de entendermos o problema e, principalmente, como as pessoas se deparam com um determinado problema.
Quando trabalhamos em equipe, encontramos pessoas e profissionais com visões de mundo distintas das nossas e precisamos compreender o ponto de vista e a perspectiva de cada um, além de sabermos comunicar o nosso.
A empatia entra nessa etapa com a capacidade e a competência de compreensão emocional do outro. Para que isso aconteça com fluidez, devemos realizar pesquisas, entrevistas e análises preliminares. Tudo aquilo que nos causa desconforto deverá ser levado como um novo aprendizado. Não existe um manual para problemas complexos, por isso a necessidade de criar equipes multidisciplinares para a solução de cada problema.
ETAPA 2 — ANÁLISE OU INTERPRETAÇÃO
Após a coleta de dados e informações, podemos utilizar diversos tipos de ferramentas e recursos como, por exemplo, cartões, postites, organogramas ou desenhos, para a ilustração de um pensamento visual, afinal, muitas pessoas só conseguem entender um processo através de um sistema visual além da abstração. Muitas grandes ideias surgiram de um rabisco em um guardanapo de um bar. Assim, ilustre como será a prévia do seu protótipo.
ETAPA 3 — IDEAÇÃO OU MAPA MENTAL
Essa é uma fase polêmica onde encontramos a contradição entre o pensamento divergente e convergente. No pensamento divergente, podemos criar um mapa mental para encontrarmos possibilidades lógicas ou criativas, que confrontem o pensamento convergente. Teste e compare cada uma das possibilidades. Sessões de co-criação e brainstorming poderão favorecer ideias ousadas e mais criativas.
O pensamento integrativo, é uma habilidade muito utilizada, que consiste em enxergar ideias contrárias às suas para chegar à solução. Pessoas que dispõe desse tipo de habilidade conseguem identificar oportunidades onde a maioria das pessoas enxergam o caos.
Para chegar a esse nível de evolução de mentalidade, é preciso dar um passo atrás, ressignificar e reconsiderar padrões e comportamentos para ir além.
ETAPA 4 — PROTOTIPAGEM E EXPERIMENTAÇÃO
Após pensar no problema, comparar as possibilidades e expandir a consciência para chegar em um modelo ideal de resposta, é preciso experienciar. Um protótipo nada mais é que um modelo físico de um produto. A prototipagem permitirá demonstrar as funcionalidades do seu produto através de um modelo real, além de levantar e reduzir os custos estimados de desenvolvimento.
A prototipagem também pode ser utilizada em produtos abstratos e intangíveis como, por exemplo, maquetes ou storytelling na indústria cinematográfica ou televisiva.
ETAPA 5 — EVOLUÇÃO
Depois de testar a ideai prototipada, é chegada a hora de identificar ajustes e possíveis melhorias a serem feitas. O investimento de melhorias não costuma ser alto.
Se seu produto obtiver boa aderência no mercado, você poderá ter uma imensa capacidade de ganhos.
No mundo dos negócios nos deparamos comumente com pessoas pragmáticas, lógicas, racionais e sistemáticas. Já no mundo do design, nos deparamos com pessoas mais humanistas, criativas, sistêmicas, imaginativas e abertas à experimentações. O Design Thinking cria um conjunto de comunicações entre esses dois tipos de pessoas conduzindo-as a criarem uma solução.





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