A evolução do Big Data
- 9 de jan. de 2017
- 2 min de leitura
Atualizado: 24 de jun. de 2024
Neste post, abordo um pouco sobre a evolução cronológica do Big Data

Primeira Geração: Mainframe (Anos 70 à 80)
Computação centralizada e monolítica de implementação relativamente simples. Poucas empresas têm acesso a computação, devido ao alto custo principalmente. Do ponto de vista de desenvolvimento, os programadores são orientados a eficiência e sabem da importância ($) de otimizar o uso de recursos.
Segunda Geração: Client Server (Anos 90 à 2010)
Computação distribuída, muitas soluções de hardware e softwares foram criadas, existem vários fornecedores e opções para compor uma solução, isso implica em uma arquitetura cada vez mais complexa. Na década de 80 e 90 foi fortemente trabalhado para implementar o ERP e CRM. No final da década de 90 se iniciou o “mundo Web” para transformar os negócios em modelos digitais. O desenvolvimento de software desta segunda geração foi orientado a agilidade, devido ao baixo custo de hardware foi perdida um pouco a orientação a eficiência no desenvolvimento. Com o avanço da computação cliente-servidor, a TI se tornou mais democrática e praticamente todas as empresas e pessoas possuem acesso a computação.
Terceira Geração: Cloud (Anos 2010 - até então)
A computação em nuvem é o modelo de arquitetura para a terceira geração. Não se engane definir nuvem apenas como um provedor remoto de computação, mas sim um novo padrão de arquitetura para a TI, desde a engenharia de software, plataformas, implementação e principalmente infraestrutura. Os novos modelos são baseados em:
Agilidade;
Flexibilidade;
Elasticidade;
Escabilidade
Economida em escala;
A arquitetura que suporta os grandes cases de Big Data foram criadas por provedores que adotaram o modelo de arquitetura em nuvem com padrões baseados em web-scale, arquitetura open, altamente eficiente.
Em relação a eficiência, imagine uma otimização de um código do Google, consumindo menos 1KB de memória por conexão ao aplicativo do Google Maps. Os ganhos em escala são fatores fundamentais para manutenção dos serviços e garantia da evolução.
Com o time-to-market cada vez mais agressivo e as necessidades de tomada de decisões real time, a TI tradicional passou a não atender mais as demandas de negócios. Devido à agilidade requerida, este é o principal ponto que impacta negativamente a segunda geração da computação. Precisamos eliminar a burocracia e os serviços operacionais, transformando a TI em uma área estratégica para as empresas, andando à frente do time-to-market, posicionando inovações que transformem os negócios e aumentem as oportunidades.
A nova arquitetura em nuvem integra os conceitos de dados operacionais e analíticos, em ambientes geograficamente distribuídos. Com capacidades elásticas on-demand, possibilitando startups como Easy Taxi, Uber, Airbnb, Instagram e Netflix, que construíram cases de referência, incluindo Big Data sobre a plataforma em Nuvem Amazon AWS.





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